Justiça mantém prisão preventiva de professor de jiu-jítsu investigado por abuso de alunas em Manaus
A Justiça do Amazonas decidiu manter a prisão preventiva do professor de jiu-jítsu Carlos Vieira Holanda, conhecido como “Esquisito”, investigado por suspeita de abuso e exploração sexual de alunas em Manaus. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada após a prisão do suspeito.
O professor foi preso pela Polícia Civil do Amazonas durante uma operação realizada na capital amazonense. De acordo com as investigações, ele é suspeito de cometer os crimes contra alunas durante treinamentos e de utilizar a posição de confiança para se aproximar das vítimas. O caso continua sendo apurado pelas autoridades.
Segundo a Polícia Civil, a manutenção da prisão preventiva busca garantir o andamento das investigações, evitar possível interferência na produção de provas e preservar a segurança das vítimas e testemunhas.
O inquérito segue em andamento e outras possíveis vítimas podem prestar depoimento nos próximos dias. As autoridades orientam que qualquer pessoa que tenha informações relacionadas ao caso procure a Polícia Civil para colaborar com as investigações. Até o momento, a defesa do investigado não havia se manifestado publicamente sobre a decisão judicial.



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