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Prefeitura nega débitos com empresas e afirma que paralisação dos ônibus não foi causada por falta de repasses

A Prefeitura de Manaus negou nesta segunda-feira (21) que exista qualquer débito com as empresas responsáveis pelo transporte coletivo e afirmou que a paralisação parcial da frota não foi motivada pela falta de repasses municipais. A manifestação ocorreu após representantes das empresas alegarem dificuldades financeiras em meio à interrupção do serviço, que afetou milhares de passageiros na capital. 

De acordo com a administração municipal, todos os pagamentos previstos em contrato estão em dia, incluindo os subsídios destinados ao sistema de transporte. A prefeitura ressaltou que vem cumprindo regularmente suas obrigações financeiras e classificou como equivocada a tentativa de atribuir a paralisação à ausência de repasses públicos. 

Em nota, o município informou que acompanha a situação por meio dos órgãos responsáveis e reforçou que a população não pode ser prejudicada por impasses entre empresas e trabalhadores. A gestão também destacou que o transporte coletivo é um serviço essencial e que medidas estão sendo adotadas para garantir a retomada da operação e minimizar os impactos aos usuários. 

A paralisação provocou transtornos em diversos pontos da cidade, com redução da circulação de ônibus e aumento na procura por aplicativos de transporte. A situação gerou longas filas nas paradas e dificuldades para trabalhadores e estudantes que dependem do sistema público para se deslocar. 

Enquanto isso, seguem as discussões entre empresas, trabalhadores e autoridades para buscar uma solução que permita a normalização do serviço. A prefeitura reafirmou que permanece aberta ao diálogo, mas reiterou que não há inadimplência por parte do Executivo municipal e que os repasses seguem sendo realizados conforme previsto. 

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